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Tipos de investimentos: conheça e escolha o melhor para você

19/10/2018

O mundo dos investimentos é vasto e complexo. Quem pensa em aplicar seu dinheiro de maneira eficiente pode se assustar ao se deparar com tantos tipos de investimentos. São muitas opções com diferentes prazos, rentabilidades, riscos, e capital necessário.

É sempre bom lembrar que não existe o melhor tipo de aplicação. O que há é a melhor carteira de investimentos para cada indivíduo. Ou seja, diferentes pontos devem ser levados em conta na hora de estabelecer o que serve melhor para você.

Nos próximos tópicos, ajudaremos você a definir os melhores tipos de investimento para seu perfil. Faremos isso mostrando o que levar em conta nesse momento e detalhando as principais aplicações disponíveis. Fique conosco até o fim e faça um bom negócio!

Objetivos definidos

Quando alguém decide começar a investir, essa pessoa precisa ter um objetivo. Pode ser melhorar o nível de qualidade de vida, fazer uma viagem, viver de rendimentos ou, simplesmente, acumular riqueza com segurança. Cada objetivo requer uma estratégia diferente e tipos de investimentos mais indicados.

Se você não tem um alvo claro para atingir com seus lucros, pare e defina seus objetivos. Saber o que se busca é de grande importância para obter sucesso em seus investimentos. Quem deseja acumular riqueza com segurança, por exemplo, deve proteger o dinheiro da inflação e das variações do mercado.

PRAZOS

Objetivos diferentes necessitam de prazos diferentes. Sua aplicação pode ser muito rentável em 30 anos, mas, se o intuito é viajar para a Europa no ano que vem, ela não serve. Utilizando a viagem como exemplo, o indicado seria uma aplicação de curto prazo. Há aplicações financeiras com alta liquidez ou que vencem em até 90 dias que servem bem.

Um exemplo no qual seria muito interessante investir em longo prazo seria deixar uma herança para os filhos ou netos. Nesse caso, investir em imóveis ou adquirir títulos com vencimento distante é uma boa opção. Esse tipo de investimento costuma sofrer menos influência de oscilações de mercado.

Apresentados os dois extremos desse parâmetro, o investidor deve perceber quais prazos são adequados para seus objetivos.

Quantidade a investir

O capital disponível também exerce influência sobre o tipo de investimento realizado. Se o dinheiro guardado for cerca de R$ 2 mil, por exemplo, diversas opções são inviáveis. O investimento no mercado imobiliário é inacessível com essa quantia, mesmo que se trate de um terreno ou imóvel usado. O mercado de ações é acessível, mas a obtenção de lucros é bastante difícil, devido às taxas fixas.

Quantias maiores têm a opção de adquirir esses ativos. Além disso, quase todas as aplicações têm versões mais rentáveis para maior quantidade de capital aportado.

DIVERSIFICAÇÃO

Investir em maior volume também permite diversificar mais. A diversificação de investimentos dilui os riscos para o investidor. Com uma maior variedade de aplicações, é possível buscar rentabilidade em um investimento mais arriscado, usando como âncora vários investimentos seguros.

Perfil de investidor

Tendo um objetivo claro, deve-se montar um perfil do investidor. Fazer isso com cuidado é crucial para entrar no mundo dos investimentos. Nesse passo, serão estipulados os riscos considerados aceitáveis, além dos valores aconselháveis em diferentes níveis de liquidez.

A forma como o investidor está disposto a avançar também influencia quais tipos de investimentos são adequados a ele. Isso deve levar em conta não apenas os objetivos, mas também a urgência desses, quanto se está disposto a arriscar e quanto pode perder de fato.

PERFIL CONSERVADOR

O investidor conservador preza pela segurança da sua riqueza. Ele acaba se direcionando para aplicações com rentabilidade estável. Para isso, é necessário abrir mão da possibilidade de obter lucros maiores.

Com muita diversificação, é aceitável para o perfil conservador investir em renda variável. Porém, esse tipo de investimento não pode ser mais do que uma pequena parcela da carteira. Alguns investimentos característicos de um investidor conservador são:

  1. Títulos públicos;
  2. Certificado de Depósito Bancário (CDB);
  3. Aquisições no mercado imobiliário;
  4. Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio (LCI e LCA);
  5. Fundos de investimentos em renda fixa.

Também há uma tendência de busca pela liquidez. Aplicações que são mais fáceis de converter em dinheiro, ou cujo desconto por resgate não seja muito grande têm preferência para esse investidor.

PERFIL MODERADO

A abertura aos riscos é maior para o investidor moderado. Há uma busca por rentabilidade maior, e o caminho quase sempre envolve diversificação.

Na busca por uma rentabilidade um pouco mais alta, ele pode usar uma parcela maior de seu capital em renda variável. Outra opção é adquirir títulos com pouca liquidez ou prazos de vencimento distantes. Alguns investimentos com perfil moderado são:

  1. Certificado de Depósito Bancário (CDB) de bancos pequenos e com prazos maiores;
  2. Debêntures;
  3. Aquisições no mercado imobiliário;
  4. Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio (LCI e LCA) de longa duração;
  5. Uma pequena parcela da carteira em ações;
  6. Fundos de investimentos — fundos multimercados com políticas moderadas; fundos imobiliários em pequena quantidade.

O investidor com esse perfil geralmente não pode pôr tudo a perder ou, ao menos, não está disposto a isso. Ainda assim, há a necessidade ou intenção de fazer ganhos substanciais, portanto, não foge completamente dos riscos.

PERFIL AGRESSIVO

O investidor com perfil agressivo quer o máximo possível de lucros. Para isso, ele precisa estar acostumado a lidar com alto risco e grandes cargas de estresse.

Sem dúvidas é o perfil que mais necessita de conhecimento técnico. Isso porque não é meramente o risco que torna um ativo rentável — é necessário fazer uma análise inteligente e perceber se vale realmente a pena expor o seu dinheiro. Os principais investimentos para o perfil agressivo são:

  1. Especulação com moeda estrangeira;
  2. Bolsa de valores — ações (Day Trade); opções; derivativos;
  3. Especulação no mercado imobiliário;
  4. Fundos de investimentos — fundos cambiais; fundos imobiliários; fundos multimercados.

É errôneo ver esse perfil como irracional. Investidores agressivos costumam operar sabendo muito bem o que fazem. Por isso, sobrevivem até mesmo especulando com dinheiro obtido de empréstimos. A chave está em calcular os riscos.

Tipos de investimentos

Até agora, mostramos o que se deve levar em conta para definir qual tipo de investimento é o mais indicado para você. Aqui, já deve estar estipulado o que será feito, como será feito e os riscos aceitos nesse caminho.

Com isso tudo em mente, chegou a hora de conhecer as ferramentas usadas para alcançar seus objetivos. Cada tipo de investimento tem suas especificidades e pode ser útil em diferentes situações.

A parcela de cada investimento na carteira também é relevante. Um investidor conservador pode ter, por exemplo, cotas em um fundo cambial. Isso faz sentido, desde que se trate de uma pequena parcela de seus investimentos e os riscos estejam diluídos. Eis as principais formas de investimento que você pode usar para compor sua carteira.

TÍTULOS PÚBLICOS

Trata-se de um investimento bastante popular. Isso se deve a um esforço por parte do governo para torná-lo conhecido e facilitar o acesso a ele. O site do Tesouro Direto dispõe de todas as informações básicas. Na prática, é um empréstimo ao governo federal e, portanto, é um investimento tão sólido quanto o próprio. A menor fração de um título custa pouco mais do que R$ 30, tornando-o interessante para pequenos investidores.

Para adquirir essa aplicação, se faz necessário o intermédio de um banco ou instituição financeira. Ainda assim, é possível fazer isso de sua casa, pela internet. Sua rentabilidade não costuma ser alta, principalmente, em títulos de curto prazo ou com muita liquidez. Aliado a taxas por resgate antecipado, isso pode levar até mesmo ao prejuízo.

LETRAS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO E DO AGRONEGÓCIO (LCI E LCA)

Esses títulos de renda fixa funcionam como um financiamento para o setor imobiliário ou agrícola, respectivamente. São bastantes seguros, visto que o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) atua como seguro, cobrindo até R$ 250 mil por CPF em cada instituição emissora.

Um grande diferencial dessas aplicações é a não incidência de imposto de renda (IR) sobre pessoas físicas. Isso as torna aplicações bem interessantes, especialmente, se forem exploradas em prazos um pouco maiores.

Seu ponto fraco é a liquidez baixa. Não há a possibilidade de resgate antes do vencimento. Para contornar isso, é possível adquirir Letras com o menor prazo de vencimento, que é 90 dias.

CERTIFICADO DE DEPÓSITO BANCÁRIO (CDB)

Adquirir um CDB é equivalente a emprestar dinheiro a um banco. Sua segurança, portanto, está na solidez da instituição que emitiu a aplicação. Isso faz com que os certificados mais seguros sejam os dos grandes bancos. Mesmo que o banco emissor não consiga arcar com o pagamento, o investidor receberá seu dinheiro. Isso porque o FGC faz uma rede de segurança, como no caso das LCI e LCA.

Isso aumenta a segurança para esse tipo de investimento em bancos menores, que oferecem maior rentabilidade. Quanto à liquidez, existem diversos prazos de vencimento — o menor é de 180 dias. É possível fazer o resgate antecipado caso seja necessário, mas há perdas na rentabilidade ao fazê-lo.

DEBÊNTURES

São emissões de grandes empresas privadas. Essas organizações precisam de muito crédito para operar e, por meio dessas aplicações, buscam fugir das altas taxas ofertadas pelos bancos. Ao adquirir uma debênture, então, o investidor empresta dinheiro a uma grande empresa.

É frequente entre as empresas que fazem grandes investimentos, como as do setor elétrico e do setor minerador. Não por acaso, os grandes montantes gastos nos projetos desses setores seriam extremamente custosos se fossem emprestados pelo setor bancário.

Devido à importância estratégica de alguns desses projetos para a nação, o governo federal incentiva a aquisição de algumas aplicações específicas. Isso se dá por meio da isenção do imposto de renda sobre os juros pagos. As debêntures incentivadas costumam oferecer rentabilidades muito interessantes.

O FGC não cobre empréstimos às empresas. Por isso, é importante ficar atento à nota de crédito da empresa antes de ceder seu dinheiro. Essas notas são avaliações feitas por instituições independentes e são bastante confiáveis. Investir em uma empresa com boa avaliação é tão seguro quanto aplicar em um banco ou em títulos do governo.

FUNDOS DE INVESTIMENTO

Esse tipo de investimento consiste em entregar seu dinheiro a um investidor profissional. O gestor investe o seu capital e o de todos os outros participantes do fundo de acordo com as políticas preestabelecidas. Esse tipo de aplicação requer pouco tempo por parte do investidor, já que o gestor cuida da tarefa de escolher aplicações.

Pelo trabalho de um profissional experiente e com conhecimento, são cobradas algumas taxas. As mais frequentes são a de administração e a de performance. A primeira é fixa, enquanto a segunda é cobrada sobre os rendimentos e serve como um incentivo para o gestor. As taxas variam amplamente no mercado e devem ser pesquisadas com atenção.

As diferentes políticas de fundos os dividem em alguns grupos, que limitam a participação de determinados ativos na carteira. Isso torna determinados fundos mais seguros ou mais rentáveis. Cada tipo de fundo combina mais com diferentes investidores. A seguir, veja os principais tipos de fundos.

  1. Fundos em renda fixa — fundos de crédito privado; fundos referenciados DI;
  2. Fundos de ações;
  3. Fundos imobiliários;
  4. Fundos cambiais;
  5. Fundos multimercados.

MERCADO IMOBILIÁRIO

O investimento mais tradicional do Brasil tem muitos charmes. Diferentes tipos de pessoas têm interesse nesse ramo. Enquanto, um pedreiro pode construir um espaço para alugar no terreno ao lado de sua casa, um especulador adquire um apartamento de luxo para revender em poucos anos.

O mercado imobiliário é um tipo de investimento altamente versátil, que se encaixa na carteira de quase todos os investidores. O importante é saber utilizar essa ferramenta em seu favor. A segurança desse investimento vem do conhecimento e experiência de quem decide.

A forma de utilização do ativo também deve ser pensada com cuidado. Decidir entre alugar ou vender pode ser difícil e depende muito da situação do mercado e do investidor.

Uma economia em retração significa pouco interesse por parte de outros investidores e famílias com pouco dinheiro acumulado. Isso significa que propostas de compra aparecerão com menor frequência e em menor valor. De maneira geral, esse é um bom momento para adquirir imóveis e não vender.

Como a demanda por moradia não é muito elástica, o valor do aluguel cai muito menos. É razoável dizer que, em uma economia não aquecida, o aluguel costuma valer mais a pena do que a venda do imóvel. Se o dono desse ativo estiver com dívidas ou enxergar outra boa oportunidade, a venda é interessante. Não adianta receber R$ 1 mil mensais se uma dívida menor que o valor do terreno gera juros de R$ 2 mil reais por mês.

O custo de oportunidade deve sempre ser levado em conta. O seu terreno pode estar gerando um bom aluguel e não ter boas propostas de compra. Ainda assim, deixar de aproveitar uma grande oportunidade por não querer se desfazer do ativo não faz sentido. Assim como em outros investimentos, o mercado imobiliário requer proatividade. O investidor deve sempre buscar compradores para seus ativos e novas oportunidades de mercado.

A lógica não é comprar um terreno e esperar a sonhada valorização. Facilitar a chegada de novas propostas para possibilitar valores maiores e reinvestir o novo montante são atitudes que fazem parte de uma postura ligada ao sucesso nesse ramo.

De acordo com o investidor e seus objetivos, diferentes tipos de investimentos no mercado imobiliário podem ser úteis. Detalharemos eles a seguir.

Terrenos

Terrenos são a porta de entrada para esse mercado. Esse tipo de investimento requer muito menos capital, pois não há construção para ser paga. Isso também pode ser um ponto negativo, já que restringe bastante a gama de interessados em alugar o imóvel.

A manutenção e os cuidados demandados são muito menores do que as outras opções. Para quem busca apenas uma especulação rápida em uma região que tende a se valorizar, é uma boa escolha.

O fato de não haver construção tem efeito contraditório na chegada de novas propostas. Quem for comprar para morar, precisa desembolsar com a construção do imóvel. Isso demanda tempo, dinheiro e paciência.

Enquanto isso, quem pode dispor desses fatores não deixará de comprar por considerar a construção pouco apta. Um empresário que adquire um terreno pode montar um espaço para sua empresa da forma mais conveniente possível.

Imóveis usados

Esse tipo de investimento requer diligência do investidor e, certamente, o trabalho feito de maneira inteligente compensa nesse caso. A compra de imóveis usados é uma boa oportunidade para encontrar donos que precisem de dinheiro urgentemente ou imóveis subvalorizados.

Isso requer uma boa pesquisa em boas localizações. A oportunidade de reformar um imóvel pouco cuidado também não deve ser perdida. Muitos vendedores não dispõem do capital necessário ou, simplesmente, não querem se incomodar. Os ganhos de valorização obtidos com uma reforma e uma maior procura por imóveis na região podem ser surpreendentes.

Imóveis novos

Imóveis novos oferecem uma opção simples de investimento. Costumam ser uma forma melhor de investir do que imóveis usados para obter uma renda de aluguel. Isso porque sua estética e funções foram planejadas para atender às demandas de uma família ou empresa atual. Além disso, as instalações não poderiam ser menos desgastadas.

Além de ser interessante para alugar, esse tipo de investimento imobiliário permite ganhos de valorização da região. Para isso, novamente, é importante estar em dia com suas pesquisas.

Imóveis na planta

Esse tipo de investimento costuma ser uma ótima opção para obter taxas de rendimento substanciais. Com vantagens semelhantes ao item anterior, as instalações podem ser ainda mais modernas.

Ao negociar um imóvel ainda na planta, o investidor trata diretamente com a construtora. Como essa empresa busca financiamento para novas obras, a negociação pode ser bastante vantajosa. As formas de pagamento certamente serão interessantes e o desconto à vista pode ser grande. Ao negociar com uma construtora séria, sólida e comprometida com prazos, os riscos são semelhantes aos da aquisição de um imóvel novo.

O suplemento na rentabilidade por comprar já na planta é grande. O melhor de tudo é que há possibilidade de valorização por mais procura pela região ou por aquecimento da economia continua. Sem dúvida, uma opção bastante interessante.

AÇÕES NA BOLSA DE VALORES

Comprar ações na bolsa é como comprar uma parcela de uma empresa. Como dá para perceber, é um tipo de investimento mais arriscado que os demais, afinal, o investidor assume os riscos de ter uma empresa, inclusive, o risco de volatilidade do seu valor.

Por se tratar de uma aplicação que pode gerar retornos negativos, é mais indicado para investidores mais agressivos. O sucesso nesse ramo depende muito do conhecimento e da experiência do investidor.

Os lucros desses ativos podem vir por meio da valorização das ações ou da emissão de dividendos. A primeira possibilidade só se dá no momento de venda, enquanto a segunda consiste nos lucros que a empresa distribui regularmente para seus investidores.

Ao investir em ações, fica evidente a necessidade de diversificação. A alta volatilidade desses ativos consiste em um grande risco. Como dito antes, a diversificação dilui esses riscos e torna o investimento mais viável.

Até aqui, percorremos todo o caminho necessário para ajudar você a escolher o melhor tipo de investimento. Lembre-se de cada passo dado em nossa análise na hora de investir. Todo o planejamento foi elaborado para que você possa alcançar seus objetivos. Então, na hora de adquirir uma aplicação, pense no que busca e como a aquisição vai ajudar a alcançar esse objetivo.

Lembre-se também de que o perfil do investidor não é uma ferramenta decorativa. Negar o seu próprio perfil quase sempre leva a problemas. Não obter rentabilidade o bastante seria muito ruim, mas o maior problema certamente é arriscar mais do que o indicado para o seu perfil.

Perder um dinheiro que não se pode perder, como o capital acumulado para aposentadoria, coloca o investidor em uma situação difícil de sair. E, mesmo que um investimento com esse risco dê certo, o estresse e desgaste emocional são um preço alto.

Com todas essas informações e com as aplicações detalhadas, você acertará em suas escolhas. Invista corretamente e colha seus frutos no futuro com os melhores tipos de investimentos para o seu perfil.

Gostou do nosso post? Se interessou em investir uma parte do seu capital em imóveis? Leia o nosso post que detalha como ter sucesso no mercado imobiliário!