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O que é CFTV e como ajuda na valorização de imóveis?

13/04/2020
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Com um índice de criminalidade alto no país, a maioria das pessoas vive em sensação de insegurança constante. Isso faz com que a procura por condomínio residencial se eleve drasticamente por aqui. Mas você sabe como os condomínios conseguem aumentar a segurança dos moradores? Grande parte da estratégia vem do uso do CFTV. Então, o que é CFTV?

Neste post, vamos esclarecer em detalhes como esse sistema funciona, os principais modelos, como escolher os equipamentos, como fazer a instalação e, claro, explicar a relação dele com a valorização do seu imóvel. Confira!

O que é CFTV?

A sigla CFTV significa “Circuito Fechado de Televisão”. Trata-se de um sistema de monitoramento por vídeo, que permite a vigilância de grandes áreas a distância.

Ou seja, câmeras são instaladas em pontos considerados estratégicos para registrar a circulação de pessoas e veículos, mantendo o controle de entradas e saídas, bem como coibindo atos ilícitos dentro e fora do residencial.

O objetivo é reduzir a vulnerabilidade e evitar a perda patrimonial do condomínio e dos moradores. Dessa forma, podemos afirmar que o sistema CFTV usa tecnologias suficientes para representar o que há de mais avançado em termos de segurança atualmente.

Como esse sistema funciona?

Diferentemente do que muitos imaginam, o sistema CFTV é bem simples. Os vídeos são capturados pelas câmeras e transmitidos em tempo real por telas de monitores devidamente configurados.

O recebimento dos dados é feito usando placas DVR ou Stand Alone e os equipamentos ficam em uma área segura, inacessível por pessoal não autorizado. Os vídeos podem ser assistidos em tempo real e/ou gravados para investigações posteriores.

Qual a relação do CFTV com a valorização do imóvel?

A valorização de imóveis é influenciada por vários fatores, como localização, acessibilidade, qualidade da estrutura e acabamentos, mas a segurança é um dos que mais são levados em conta pelos compradores. Afinal, a tranquilidade e melhor qualidade de vida dependem dela.

Considerando que o Brasil é um dos países mais violentos do mundo, a segurança costuma ser o primeiro requisito de avaliação dos interessados na compra e aluguel. Então, quanto mais seguro o residencial, maior é a percepção de valor agregado, possibilitando a venda das unidades por um preço mais alto. O CFTV gera essa percepção.

Quais os principais tipos de CFTV existentes no mercado?

Atualmente, existem 2 tipos de CFTV disponíveis no mercado: o IP (online) e o analógico (offline). Conheça um pouco mais sobre cada um deles!

Modelo de CFTV analógico

Esse modelo ainda é o mais aplicado em razão de os custos serem bem menores, o que facilita uma primeira experiência com o recurso por parte dos residenciais. Nele, as câmeras e central de monitoramento ficam instaladas no mesmo local.

Modelo de CFTV por IP

Com os benefícios gerados pelo modelo analógico e as otimizações disponíveis no modelo IP, muitos acabam migrando para o sistema on-line depois de um tempo, mantendo uma relação custo-benefício bem atrativa para a segurança.

Nesse modelo as câmeras e a central de monitoramento ficam em locais diferentes. São utilizadas câmeras IP, baterias para a transmissão de dados via rede Wi-Fi e uma plataforma é estruturada na nuvem como ponto de acesso das imagens, que podem ser visualizadas por meio de aplicativos em dispositivos móveis.

Como escolher o modelo mais adequado?

Tudo vai depender das necessidades do residencial e do capital disponível para investir. O modelo analógico é mais atrativo financeiramente, mas a equipe de monitoramento, bem como todos os equipamentos de gerenciamento e bancos de dados ficam no local.

Isso aumenta o risco de arrombamento da cabine de vigilância, rendição dos profissionais, invasão da central e roubo dos dados. Dessa forma, o modelo analógico é mais indicado para o monitoramento interno e controle do fluxo de pessoas e de veículos apenas.

O modelo de CFTV por IP, por outro lado, tem a desvantagem de ser mais caro. No entanto, os benefícios proporcionados fazem valer o investimento, já que os profissionais e as imagens gravadas ficam em locais distantes e com acesso restrito. Esse modelo é mais indicado para o monitoramento externo, ao redor do residencial.

Como fazer a instalação do CFTV?

Depois de decidir sobre o melhor modelo de CFTV para o residencial, é hora da instalação. Separamos um passo a passo abaixo. Acompanhe!

Avalie as necessidades do residencial

O primeiro passo é fazer um estudo de demanda para descobrir os pontos estratégicos e eliminar pontos cegos. Você pode fazer isso registrando os locais onde se concentram os maiores movimentos de pessoas e veículos, bem como aqueles considerados mais desertos.

Depois, avalie o histórico de ocorrências e de suspeitas de atos ilícitos. Esses dados podem indicar pontos de vulnerabilidades, dando dicas da direção para onde as câmeras devem ser apontadas.

Decida onde fica cada coisa

O segundo passo é decidir onde ficará a central de monitoramento, com os equipamentos (monitores, controles e servidores de armazenamento) e os profissionais responsáveis.

Os porteiros podem ter acesso às imagens, mas é importante que a central fique localizada em um local não revelado e de difícil acesso. O terraço do prédio pode ser um bom local, se ele ficar sempre trancado e inutilizado. Caso contrário, uma sala subterrânea também é um bom lugar para manter a infraestrutura protegida.

Compre os equipamentos

Agora, é hora de comprar os equipamentos e materiais necessários. Você vai precisar de um número de câmeras suficiente para cobrir a área desejada, cabos, conectores, monitores, computador, software de exibição e gravação de vídeos, baterias ou gerador de energia, dispositivo de armazenamento móvel e fixo.

Com relação às câmeras, dê preferência para os modelos com visão noturna, infravermelho, sensores de movimento e giro 360 graus. As posicionadas externamente também precisam ter proteção contra vandalismo e chuva.

Por fim, decida quem ficará responsável pela infraestrutura. Alguém precisa fazer o monitoramento das imagens, verificar o funcionamento do sistema, fazer a manutenção e cuidar dos dados gravados.

Contrate uma empresa especializada

O quarto passo é contratar uma empresa especializada no assunto, pois o conhecimento da tecnologia será fundamental para a criação de um sistema realmente eficiente.

Se tiver dúvida sobre o melhor modelo de CFTV para o residencial e os equipamentos necessários, os profissionais podem ajudar a avaliar as melhores soluções, atuando como consultores. É sempre bom ouvir a opinião de um especialista, principalmente sobre segurança.

Com o projeto pronto, os profissionais devem dar início às instalações, fazer testes e entregar um sistema integrado e livre de falhas. A própria empresa pode ficar responsável pelo sistema, oferecendo terceirização para as funções de monitoramento, manutenção e controle dos dados.

Agora que você já sabe o que é CFTV, deve ter percebido que muitos residenciais usam o recurso para gerar uma imagem de imóveis de alto padrão. Então, se você deseja morar com segurança e ainda ter um patrimônio valorizado, dê preferência para um que usa o CFTV.

Gostou da dica? Entre em contato com a Construtora Sudoeste agora mesmo e conheça nossos imóveis!


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