Envie uma mensagem
Chat
online
Fale com um consultor
Fale via whatsapp
BLOG

7 indicadores de investimentos que você deve acompanhar

10/04/2019
ASSINE NOSSA NEWSLETTER:

O investimento é uma importante forma de aplicar aquele dinheiro que você tem parado para obter um futuro retorno financeiro. E dentro desse mercado de finanças, é muito importante que um investidor conheça os indicadores de investimentos, para que saiba quais são as principais influências em alguma aplicação que for feita.

Se esses indicadores não forem analisados e conhecidos por profissionais do ramo ou por investidores, as chances de ocorrência de erros são muito grandes. Esses fatores podem ser chamados também de índices financeiros, pois são utilizados para medir o desempenho e a saúde financeira tanto do mercado quanto das empresas envolvidas. Ter conhecimento desses dados hoje em dia é mais fácil do que era há alguns anos.

Se você pretende fazer bons investimentos, mas não sabe como medir essa situação, continue por aqui e veja uma lista com os principais indicadores de investimento do mercado financeiro. Vamos lá?

1. Taxa Referencial

A Taxa Referencial, ou simplesmente TR, é um indicador cujo responsável pelo cálculo é o Banco Central. Tem como principal função servir de indexador da remuneração da poupança, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e de grande parte de contratos para financiamento imobiliário.

É um indicador obtido por meio da Taxa Básica Financeira, ou TBF, que é um resultado da média ponderada de todas as taxas de juros pagas por CDB ou RDBs prefixados, retirados geralmente de uma amostra das 20 maiores instituições financeiras do Brasil.

O governo do país aponta um redutor sobre a TBF para obter a Taxa Referencial. Os valores obtidos podem muito facilmente ser iguais a zero, ou números bem próximos disso. Porém, se o valor for negativo, é uma má notícia, pois isso deixa o investimento inviabilizado.

2. Taxa Selic

A Taxa Selic (Taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) é outro indicador do Banco Central. Ela é considerada uma taxa básica de juros, utilizada para representar uma média dos financiamentos diários apurados para controlar a inflação.

Ela se dá no momento em que os preços do mercado financeiro do país se elevam. Com isso, o governo também sobe o valor da Taxa Selic, com a finalidade de conter esse aumento dos preços. Quando a inflação está em queda, a taxa também vai decrescer. É tudo uma forma de estimular a economia.

3. IPCA

A taxa IPCA é o Índice de Preço ao Consumidor Amplo, cujo responsável pelo cálculo é o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Ela tem a função de medir a variação dos preços de produtos e serviços destinados para consumidores finais. Também pode ser chamada de índice oficial da inflação.

O IPCA é utilizado pelo Banco Central para traçar o sistema de metas que a inflação do país vai tomando. Esse indicador mede o custo de vida de famílias que tenham uma renda equivalente a 1 a 40 salários mínimos metropolitanos de várias regiões do país. Os dados são coletados todos os meses entre o dia 1º ao dia 30.

4. IGP

Existe também o IGP, que é um Índice Geral de Preços. Assim como o IPCA, também acompanha o registro de inflações no país, porém é voltado para preços que envolvem desde as matérias-primas agrícolas às indústrias, até atingir o resultado final dos produtos e serviços.

Também se diferencia por abranger toda a população brasileira sem distinção da renda familiar. Ele é formado por outros índices, todos de responsabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV):

  • IPA (Índice de Preços por Atacado, com peso de 60%);
  • IPC (Índice de Preços ao Consumidor, com peso de 30%);
  • INCC (Índice Nacional de Custos da Construção, com peso de 10%).

A apresentação desse índice pode ser dada de diferentes formas, por meio do período de coleta, podendo ser IGP-DI, IGP-10 e IGP-M. Esse último é voltado totalmente para a comunidade financeira e usado para reajuste de tarifas de energia elétrica, bem como para contratos de aluguéis.

5. Taxa DI

A taxa DI é uma Taxa de Depósito Interfinanceiro calculada pelo B3. Essa taxa é determinada por meio da média ponderada dos juros utilizados em operações de empréstimos que estejam com prazos em dia e são realizadas entre instituições financeiras.

É um indicador que surge juntamente com a taxa Selic, que como já foi dito, é a taxa básica do governo. A variação da DI pode ser conhecida por meio do site CETIP.

6. IBOVESPA

Existe também a taxa Ibovespa, que é calculada pelo B3 e serve para ser o indicador do desempenho médio das cotações de ativos mais negociados e mais representativos do mercado de ações brasileiras.

O Ibovespa é calculado por meio de um resultado de carteira teórica de ativos, seguindo alguns critérios já determinados na metodologia estabelecida pela Bolsa. Para conhecer mais sobre esse indicador, o site da B3 é a melhor fonte, nele se encontram as variações e outros esclarecimentos.

7. IPC-Fipe

Por fim, também há a IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor), que é calculada pela Fipe (Fundação de Instituto de Pesquisas Econômicas). Esse índice mede a inflação na cidade de São Paulo, cuja base de cálculo é um meio cheio entre os dias 1 e 30/31 de todo mês.

Nesses índices, as bases de cálculo são as variações de preços de produtos e serviços definidos por uma Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF). Ela vai demonstrar o que cada família gasta em média e quais itens são de maior relevância.

A análise é feita considerando sete fatores, que refletem o custo de vida de famílias com renda mensal de 1 a 20 salários mínimos:

  • habitação;
  • alimentação;
  • transportes;
  • despesas pessoais;
  • saúde;
  • vestuário;
  • educação.

Por fim, vale ressaltar que todos esses índices são calculados principalmente para demonstrar a situação do mercado financeiro, e vão sempre expor se vale ou não a pena realizar algum investimento. Os que demonstram as inflações são especialmente relevantes, pois elas interferem muito em aplicações, principalmente se estiverem relacionadas ao mercado imobiliário.

Gostou de aprender um pouco mais sobre os indicadores de investimentos que interferem no mercado financeiro e gostaria de conferir outros conteúdos como este? Então siga as nossas redes sociais para continuar nos acompanhando! Estamos no Facebook, Instagram, LinkedIn e YouTube.

ASSINE NOSSA NEWSLETTER: